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Vai e Vem do Mercado (Moagem) – 15/12 a 21/12

Vai e Vem do Mercado (Moagem) - 15/12 a 21/12


trocatroca

 

Leia na edição desta semana do Vai e Vem: João Caminoto assume Direção de Jornalismo do Grupo Estado; Marília Gabriela deixa o GNT, Mario Sergio Conti volta à Folha de S.Paulo e o falecimento de Carlos Magno Silva de Nardi e René Daniel Decol.


Grupo Estado

– O jornalista João Fábio Caminoto assume a partir de 21/12 a função de diretor de Jornalismo do Grupo Estado, com responsabilidade sobre Estadão impresso e digital, Broadcast/Agência Estado e rádios Estadão e Eldorado.

– A mudança acontece simultaneamente à viagem do atual diretor de Conteúdo do Grupo Estado Ricardo Gandour, que entra em licença para atuar como pesquisador da Columbia, em Nova York, por um período de quase seis meses. Na volta, Gandour, conforme informou comunicado do Grupo Estado, assinado por Francisco Mesquita, assumirá novas responsabilidades na organização.

– Na mesma data, Teresa Navarro passa a editora-chefe de Broadcast/Agência Estado, reportando-se a Daniel Parke, diretor geral da Agência Estado.


Audálio Dantas

– Alagoano de nascimento, Audálio Dantas recebeu em 2/12 o título de Doutor Honoris Causa concedido pela Universidade Estadual de Alagoas. A honraria é em reconhecimento por sua relevante atuação na defesa dos direitos humanos e do trabalho em Alagoas. A solenidade foi realizada durante o último encontro dos Assessores de Comunicação do Governo do Estado, promovido pela Secom, no Palácio República dos Palmares.

– “Estou voltando às minhas origens, repetindo o que disse ao receber o título da Ordem do Mérito Zumbi dos Palmares. Como alagoano que sou e me orgulho de ser, estou muito lisonjeado de receber um título importante como este. Aprendi o jornalismo lendo o também alagoano e escritor Graciliano Ramos, e é uma satisfação estar participando desta homenagem”, disse Audálio.


GNT

– Após 20 anos no GNT, a apresentadora Marília Gabriela deixa o canal ainda este mês. De acordo com a coluna de Patrícia Kogut em O Globo, Gabi “quer pensar em outras coisas para fazer, aprender”.

– “Sinto que o tempo está passando, tenho tantos outros anseios, sou inquieta por natureza. Não houve um aborrecimento, nada. É uma decisão de caráter pessoal. Estou cheia de planos, quero fazer um livro”, disse Gabriela à colunista.

– Em janeiro deste ano, Gabi deixou a apresentação de seu tradicional De frente com Gabi, no SBT, em sua terceira passagem pelo canal. 


Curtas

Alexandre Rafael, do UOL, desenvolveu e está apresentando agora ao mercado o site Reporting Crimes, plataforma capaz de quantificar e tipificar os crimes que acontecem em cada região do País e que tem como fonte de informação os próprios internautas que foram vítimas desses crimes. Com o detalhe de que podem ser filtrados e organizados de acordo com a necessidade do usuário.

– Alexandre garante nunca ter sido vítima de algum crime, mas diz sensibilizar-se com relatos de amigos e da imprensa. “Tive a reflexão de que o brasileiro vive em uma sociedade muito violenta e se acostumou a ela. Quando houve a chacina em Osasco, vi pessoal comentando como se fosse só mais uma, algo corriqueiro, mas não é para ser. Com o site, quero que as pessoas vejam o crime como um mal para elas e que possam se ajudar”, explicou ao UOL.

Edson Rossi e Denise Gianoglio associaram-se recentemente para atuar na área de consultoria e produção de conteúdo para marcas. Ambos são ex-Abril e nesta nova jornada, como consultores independentes, já estão atendendo à Evolve, empresa de tevê corporativa que sucedeu a antiga Elemídia Empresas. Edson (erossi.erossi@gmail.com), a propósito, deixou a Elemídia em setembro, no rastro de mudanças que os novos controladores decidiram fazer no conteúdo, tendo como razão maior a redução de equipe. Denise deixou há alguns meses a Abril, num dos cortes anunciados pela empresa.

Mario Sergio Conti estreou em 8/12 como colunista semanal no caderno Poder da Folha de S.Paulo, veículo em que começou a carreira, em 1977.

Caio Bednarski começou em novembro como repórter na Carro Online, da Motorpress. Ele esteve por dois anos e meio na Agência Autoinforme, de Joel Leite, de onde se despediu em setembro. Responderá ao editor-chefe de Mídias Digitais Claudio Luis de Souza e terá ao seu lado o também repórter Hector Vieira. Formado em Jornalismo pela FIAM/FMU, de São Paulo, Caio começou como estagiário na própria Autoinforme, sendo efetivado após um ano e meio de casa. Enquanto seus novos contatos não são definidos, atende pelo caiobednarski8@gmail.com


Registro

– Morreu em 18/10, aos 50 anos, após sofrer AVC, Carlos Magno Silva de Nardi. Natural de Araraquara, formou-se em Jornalismo pela PUC de Campinas, em 1988, mas dois anos antes já trabalhava como repórter do Roteiro de Campinas. Passou por Folha de S.Paulo, Diário de S.Paulo e Correio Popular. Em assessoria, trabalhou na CDN e em campanhas eleitorais. Deixa os pais e dois irmãos.

– Faleceu em 25/11, aos 57 anos, vítima de um câncer de pâncreas fulminante, René Daniel Decol. Formado em Ciências Sociais pela USP, começou no jornalismo no início da década de 1980, como repórter e mais tarde editor no Estadão, onde se destacou na cobertura cultural. Passou ainda por JT e pelas revistas IstoÉ e Época Negócios. Há oito anos deu início aos estudos que revelaram o trabalho de Aracy Guimarães Rosa, que ficou conhecida como “o anjo de Hamburgo” por suas ações durante o Holocausto, período em que emitiu diversos vistos e passaportes falsos, salvando a vida de muitos judeus. Deixa mãe, irmão e namorada.


Reuters

– O Instituto Reuters para Estudo de Jornalismo, parte integrante do Departamento de Políticas e Relações Internacionais da Universidade de Oxford, está com uma série de programas globais para profissionais de jornalismo com no mínimo cinco anos de experiência.

– Na lista de programas, The Thomson Reuters Foundation Fellowship está aberto para jornalistas baseados em qualquer país. O deadline para envio da inscrição é 31/1/2016, à meia-noite. Veja mais informações.


Prêmios

– A  Associação Paulista de Críticos de Arte divulgou os vencedores de seu tradicional prêmio. Nas categorias ligadas ao jornalismo, venceram Rodrigo Siqueira (Cinema – Documentário); Ruy Castro, com A noite do meu bem – A história e as histórias do samba-canção (Literatura – Ensaio/Teoria e Crítica Literária/Reportagem); Júlio Maria, com Elis Regina – Nada será como antes, e Jorge Caldeira, com Júlio Mesquita e seu tempo (Literatura – Biografia/Autobiografia/Memória); e Mônica Bergamo (Rádio – Colunista).


Livros

Milton Saldanha (jornaldance@uol.com.br), fundador e editor do jornal Dance, de São Paulo, e “tangueiro” que se assume como fanático há 14 anos, está concluindo o livro Antes e depois do tango, que busca introduzir o iniciante no universo dessa dança. Com prefácio de Maristela Zamoner, aborda questões técnicas, dicas práticas, fala dos bailes e aulas, sugere como escolher um professor, faz alertas sobre aventureiros que pouco sabem e ministram aulas. Contém um glossário com termos muito usados no tango e uma lista de itens éticos e da etiqueta do baile. Alguns dos textos, ampliados e adaptados ao tango, já saíram no jornal Falando de Dança, onde Milton é colaborador, mas a maioria é inédita.

– O autor, que se classifica como eterno aluno, diz ter tomado o cuidado de listar os professores e professoras, argentinos e brasileiros, com quem fez aulas nos últimos 14 anos. Os conceitos que explica provêm dessa experiência. Os professores e suas teses são citados ao longo do trabalho para não parecer que ele seja o formulador. Mas há uma passagem, em que discorre sobre o tônus na dança, que é proposta dele próprio.

– O livro ainda não tem data de lançamento prevista nem formato final definido, se impresso em papel ou e-book.

– Milton, de 70 anos, é autor dos livros As três vidas de Jaime Arôxa, Maria Antonietta, a dama da gafieira e O país transtornado.

Biografia de Geraldo Vandré

– “Caminhando e cantando e seguindo a canção”… #quemnunca ouviu esse verso? Geraldo Vandré, autor de Pra não dizer que não falei das flores, que à revelia dele tornou-se hino contra a repressão militar no fim dos anos 1960, é o personagem principal da obra do jornalista Vitor Nuzzi: a biografia não autorizada Geraldo Vandré – Uma canção interrompida.

– Insistente, Nuzzi não esmoreceu com a falta de “trato” de seu protagonista, que em todas as tentativas de aproximação ignorou-o solenemente. O autor também não se deixou abater com a falta de editora: imprimiu por conta própria cem exemplares do livro.

 

Com informações dos Jornalistas&Cia

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