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Sindicato protesta contra agressão a jornalista em Guaíra e pede providências

Sindicato protesta contra agressão a jornalista em Guaíra e pede providências

 

jornalista

 

Mais uma vez jornalistas são alvo da ação de marginais que, no intuito de calar a imprensa, agem com truculência e agressividade, ameaçando a integridade física e moral daqueles cuja função é produzir notícias e efetuar cobertura do cotidiano de uma cidade.

A vítima da vez foi a diretora do semanal “O Jornal” da cidade de Guaíra, no interior paulista (região de Ribeirão Preto), Monize Taniguti. Ela foi agredida na manhã do último sábado, dia 1º na Rodovia Assis Chateaubriand (SP-425), quando transportava em seu veículo 5 mil exemplares do jornal de sua propriedade.

Ela foi cercada na rodovia por dois veículos, que a fizeram parar no acostamento. Um dos homens desceu armado e assumiu a direção, a levando para um canavial próximo, onde foi obrigada a se ajoelhar. A jornalista também afirmou que, durante toda a ação, sofreu agressões e ameaças. Eles não roubaram seus pertences pessoais. Apenas abriram o porta-malas e recolheram os jornais, colocando-os em outro veículo. A jornalista ficou com muitos hematomas nos braços e pernas.

 

NOTA OFICIAL

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo tem denunciado para os órgãos competentes a violência que se tem praticado contra os jornalistas. Só neste ano, sem que nenhum caso tenha sido efetivamente elucidado pelas autoridades, já foram registrados atentados contra a liberdade de imprensa na Capital, em Guarulhos, Santa Bárbara D´Oeste e agora com Monize Taniguti, em Guaíra. Impedir o trabalho da imprensa por meios violentos se caracteriza como uma vil censura, atentado ao direito de expressão e do direito ao trabalho do jornalista.

Atitudes como esta, ocorrida com Monize, precisam ser investigadas e punidas. A impunidade é motor que alimenta este tipo de ação de marginais que, certamente, não agem por conta própria, mas sim a mando de pessoas incomodadas com as notícias que são veiculadas na imprensa. O Sindicato exige que as autoridades policiais dêem todas as salvaguardas e garantias para que a jornalista possa exercer suas atividades e apurem todos os atentados que vitimaram a liberdade de imprensa.
Basta de violência! Chega de Impunidade!

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