Logo do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo
Logo do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo
Logo da Federação Internacional de Jornalistas
Logo da Central Única dos Trabalhadores
Logo da Federação Nacional de Jornalistas

Presidenta da Fenaj, Maria José Braga, declara apoio à campanha #AbrilRespeiteoSindicato

Presidenta da Fenaj, Maria José Braga, declara apoio à campanha #AbrilRespeiteoSindicato

A presidenta da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Maria José Braga, participa da campanha  #AbrilRespeiteoSindicato que aborda a importância da liberação sindical do presidente do SJSP, Paulo Zocchi, para o exercício do mandato e o desempenho pleno das atividades ligadas à Presidência da entidade. 

Maria José Braga afirma que a cassação da liberação sindical do presidente do SJSP, Paulo Zocchi, é um ataque à organização sindical. Zocchi também é vice-presidente da Federação.

O depoimento da jornalista integra as ações da campanha #AbrilRespeiteoSindicato, que reivindica a manutenção da liberação do jornalista Paulo Zocchi para o exercício do mandato sindical, sem prejuízo de vencimentos e direitos, até o fim do atual mandato em agosto de 2021. A editora Abril convocou o presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP), Paulo Zocchi, a voltar ao trabalho na empresa a partir do último dia 30 de outubro, encerrando cinco anos de liberação sindical sem prejuízo dos vencimentos, que iniciou em 2015.

Ao convocar Paulo Zocchi de volta ao trabalho, a Editora Abril ataca o exercício do mandato sindical, uma vez que o cumprimento da jornada normal de trabalho impede o desempenho das atividades sindicais no SJSP.

O Sindicato dos Jornalistas é uma entidade de âmbito estadual, que representa uma categoria distribuída em dezenas de empresas. O exercício do mandato de presidente exige uma extensa atuação diária, em reuniões com os jornalistas, negociações com empresas, audiências judiciais ou com o Ministério Público, além de reuniões com outras entidades sindicais ou sociais em defesa dos interesses da categoria.

A própria Abril, aliás, reconhecia isso no acordo de liberação sindical, assinado pelas partes em 2015, no qual está escrito: “Considerando-se a solicitação da entidade sindical para a liberação do empregado para o exercício de suas atividades sindicais em período integral, vez que seriam incompatíveis com a manutenção de suas atividades profissionais na empresa”.

Assista, abaixo, o depoimento de Maria José Braga, presidenta da Fenaj.

veja também

relacionadas

mais lidas

Pular para o conteúdo