Jornalistas participam do planejamento da gestão da CUT/SP

Jornalistas participam do planejamento da gestão da CUT/SP


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A secretária de Comunicação e Cultura do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, Lílian Parise e a diretora Regional de Sorocaba, Fabiana Caramez, participaram na última semana da reunião de planejamento da CUT São Paulo para 2016, pautado na construção coletiva e a partir de decisões da base. 

A conjuntura nacional é importante, mas no primeiro ano da nova gestão os focos principais são a defesa do projeto democrático popular de governo, para a eleição de prefeitos (as) e vereadores (as) comprometidos com a classe trabalhadora, e enfrentar o desmonte do estado paulista, afirma João Cayres, secretário geral da CUT/SP.

“Tem a política industrial, entre as tantas coisas que o governador Geraldo Alckmin não faz e que vamos discutir. Há o pré-sal em frente ao estado paulista e não há uma política de matriz energética, de petróleo e gás que poderiam desenvolver São Paulo”, afirma.

Construção coletiva

As estratégias e plano de lutas que nortearam o planejamento foram construídos a partir de propostas sugeridas pelos trabalhadores (as) de todos os ramos cutistas, discutidas e aprovadas em assembleias ocorridas de abril a julho desse ano, nas várias regiões do estado.

Por sua vez, o conjunto de temáticas e orientações dos trabalhadores(as) foi apresentado e votado por mais de 800 delegados(as) participantes do 14º Congresso Estadual da CUT São Paulo (Cecut), realizado em agosto último, em Águas de Lindoia, com o tema “Por um Projeto Popular para Mudar São Paulo”.

Foram debatidas estratégias relativas a políticas públicas e atuação em conselhos; à expansão do emprego em São Paulo; à juventude, às mulheres, aos trabalhadores (as) negros (as), com deficiência e LGBT’s; contra a crise da água; ao Fórum dos Movimentos Sociais de SP; às subsedes e à organização cutista.

No plano de lutas, as propostas apontam, entre outros, para a defesa da democracia, do projeto popular de governo e do Sistema Único de Saúde (SUS); para o enfrentamento ao governo neoliberal do estado paulista; para políticas de gênero, de raça/etnia e geracional; para a reforma política e tributária.

 

Foto: Flaviana Serafim

Da Redação, com informações da CUT/SP

 

 

 

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