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Jornalistas não podem ser confundidos com as empresas de comunicação

Jornalistas não podem ser confundidos com as empresas de comunicação

Nesta quarta-feira (4), o Supremo Tribunal Federal (STF) retoma a decisão sobre o habeas corpus por meio do qual a defesa de Luiz Inácio Lula da Silva busca impedir a prisão do ex-presidente para que ele continue em liberdade, enquanto aguarda que seu julgamento ocorra em todas as instâncias judiciais.

Em São Paulo, estão previstas diversas manifestações favoráveis e contrárias ao ex-presidente e, por isso, os dirigentes do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP) estarão de plantão para atender à categoria em casos de agressão ou outras formas de violência contra os trabalhadores e trabalhadoras do jornalismo.

Segundo os sindicalistas, nesse momento em que o clima é de ódio e polarização, aumentam os riscos para o exercício profissional dos jornalistas, ainda mais frente à decisão editorial de seus empregadores, as empresas de comunicação, em amplificar discursos que ameaçam a escalada da militarização. Por isso, é preciso estar claro que jornalistas são trabalhadores e não podem ser confundidos com as empresas às quais estão vinculados.

Para o Sindicato dos Jornalistas, entidade historicamente engajada na luta pela democracia, a conjuntura é ainda mais grave diante da possibilidade de outro golpe, avalizado pelo STF, que tire da população o direito a eleições livres e democráticas em 2018, que têm a participação de Lula como essencial, independentemente de quaisquer questões partidárias.

O SJSP tem observado com preocupação o acirramento da crise política no país, pois o quadro instável, em que a democracia o Estado de direito estão ameaçados, já vem afetando a cobertura jornalística, e o temor é que as liberdades de imprensa e de expressão estejam novamente no alvo neste país, em pleno século XXI.

Denuncie
Em caso de violência ou agressão a jornalistas de texto, repórteres fotográficos e cinegrafistas que estão na cobertura das manifestações, os profissionais podem fazer a denúncia aos sindicalistas pelo celular/Whatsapp (11) 97629-2899 ou pelo telefone (11) 3217-6298.

 

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