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Ato contra massacre de jornalistas na Faixa de Gaza pede ruptura de relações diplomáticas com Israel

Manifesto dos Jornalistas Brasileiros, lido durante ato no Sindicato dos Jornalistas SP, será encaminhado para o governo brasileiro repudiando o genocídio em curso na Faixa de Gaza e pedindo a adesão do Brasil ao boicote e ao desinvestimento contra o Estado de Israel O Ato contra o Massacre de Jornalistas Palestinos, realizado na noite da última terça-feira, 27/2, reuniu entidades da área da comunicação, organizações políticas e representantes da comunidade palestina no Brasil. Com transmissão ao vivo pelo canal do Sindicato dos Jornalistas no Estado de São Paulo (SJSP) e mídias contra hegemônicas, o ato teve a organização das seguintes entidades: Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Cebrapaz, Central Única dos Trabalhadores (CUT), Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, Coletivo Intervozes, Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Federação Árabe Palestina do Brasil (Fepal), Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), União Nacional dos Estudantes (UNE), assim como o SJSP. Na abertura do evento, após os hinos do Brasil e da Palestina, Thiago Tanji, presidente do SJSP, ressaltou a relevância da realização do ato em um espaço histórico como é a sede do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, que foi palco da mobilização em defesa dos direitos humanos e pela democracia...

Ainda inconcluso, novo julgamento de Assange evocou plano dos EUA de assassinar jornalista

Mais um julgamento de Julian Assange pela justiça britânica chegou ao fim no dia 21 de fevereiro, sem que se saiba, porém, seu resultado — uma vez que os magistrados responsáveis pelo caso, Victoria Sharp e Jeremy Johnson, do Tribunal Superior de Londres, ainda poderão demorar dias ou semanas, talvez meses, para anunciar uma decisão sobre o recurso interposto pela defesa do jornalista contra sua extradição para os EUA, aprovada por outra instância judicial.Um dos pontos mais importantes do julgamento de dois dias (20 e 21) foi, certamente, a exposição dos planos da CIA (Agência Central de Inteligência) para assassinar Assange, durante o governo Trump, quando o jornalista australiano ainda se encontrava refugiado na embaixada do Equador em Londres e era espionado pelos EUA, como se descobriu posteriormente. Mark Summers, um dos advogados de Assange, disse aos juízes que Trump pediu “opções detalhadas” sobre como matar Assange, relatou a BBC. “Foram até elaborados esboços”, revelou Summers, acrescentando que há provas deste “plano verdadeiramente impressionante”, que só teria sido abandonado depois que o governo britânico se opôs a ele. Nas suas alegações por escrito, Summers e seu colega Edward Fitzgerald acrescentaram, ainda segundo a BBC: “As provas mostraram que os EUA...

SJSP, FENAJ e ABI pedem ao STF a divulgação da lista de jornalistas que foram espionados por ‘Abin paralela’

Departamento Jurídico do SJSP preparou petição para o Supremo afirmando que a espionagem ilegal de jornalistas pode ferir o direito constitucional ao sigilo de fonte O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP), juntamente com a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e a Associação Brasileira de Imprensa (ABI), protocolou no dia 23 de fevereiro, sexta-feira, um pedido ao Supremo Tribunal Federal de divulgação dos nomes dos jornalistas que foram espionados ilegalmente pela chamada ‘Abin paralela’. O esquema criminoso de monitoramento de jornalistas, autoridades públicas e políticos se tornou público no dia 25 de janeiro quando a Operação Vigilância Aproximada, realizada pela Polícia Federal, executou 21 mandatos de busca e apreensão em endereços ligados aos suspeitos de fazerem parte de uma estrutura paralela dentro da Agência Brasileira de Inteligência, a Abin, durante o governo Bolsonaro. Thiago Tanji, presidente do Sindicato dos Jornalistas no Estado de São Paulo (SJSP) explica que decidiu-se entrar com esse pedido porque ao tomar conhecimento da investigação que escancarou a história de uma "Abin Paralela" a serviço do governo Bolsonaro para espionar ilegalmente opositores, políticos e jornalistas, se entendeu que é fundamental que essa história seja esclarecida e que se conheça a extensão do número de...

DOSSIÊ GENOCÍDIO EM GAZA – Edição de 26 de fevereiro

Mais dois jornalistas assassinados pelas tropas de Israel: o repórter-fotográfico palestino Mohammed Yaghi e o repórter Musab Abu Zaid, e familiares seus, foram mortos em ataques aéreos na zona central da Faixa de Gaza. Neste vídeo doméstico Yaghi aparece com sua filha, que também morreu no bombardeio. Confira matéria da agência turca Anadolu. “Um Netanyahu desequilibrado destruirá Israel”. Neste artigo publicado no jornal israelense Haaretz, o jornalista israelense Uri Misgav chama atenção para a conduta desvairada do primeiro-ministro. “Se Biden quiser que o seu plano de paz tenha alguma chance, ele precisa fazer mais do que advertências a portas fechadas e as ocasionais críticas dos porta-vozes dos EUA. Netanyahu não dá a mínima para conversas que ele acredita que nunca serão apoiadas por ações. Então o rabo continua a abanar o cachorro. Netanyahu continua a definir a política dos EUA para o Médio Oriente e isso não é do interesse dos EUA ou de Israel”, adverte. “A Rússia tem alvejado intencionalmente civis na Ucrânia há dois anos e conseguiu matar cerca de 500 crianças, segundo o governo ucraniano. As IDF mataram mais de 12.000 crianças em 3 meses e pedem-nos que acreditemos que não foi intencional”, destaca. “Destruição em Gaza aumenta...

Jornalistas da Editora 3 suspendem início de paralisação, mas mantêm estado de greve na luta por salários atrasados

Em assembleia realizada na manhã desta segunda-feira, 26 de fevereiro, as e os jornalistas da Editora 3, que publica as revistas impressas IstoÉ, IstoÉ Dinheiro, Dinheiro Rural e Motor Show, discutiram proposta da empresa para a quitação dos salários atrasados e decidiram suspender o início da paralisação que aconteceria a partir de hoje. A Editora 3 garante que quitará parte dos pagamentos atrasados nos próximos dias, pagando uma quinzena do salário nesta quinta-feira e uma outra quinzena no dia 5 de março. A assembleia, porém, manteve a aprovação do estado de greve enquanto todos os atrasos salariais não estiverem devidamente quitados, iniciando a paralisação caso a Editora 3 descumpra sua proposta. As trabalhadoras e os trabalhadores aprovaram também que a empresa apresente um cronograma para o pagamento do restante dos pagamentos atrasados, realizando a negociação junto ao Sindicato.

Mesa de negociação é marcada e SindJori se recusa a comparecer!

Sindicato manterá a reunião, para a qual a federação patronal (Fenajore) foi chamada A primeira mesa redonda de negociação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) para jornalistas de jornais e revistas do interior foi agendada para quarta-feira (28), após quase dois anos de cobranças do Sindicato dos Jornalistas (SJSP) ao Sindicato das Empresas Proprietárias de Jornais e Revistas no Estado de São Paulo (SindJori), que há um mês teve sua regularização cadastral concluída no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).No entanto, em mais uma postura antissindical, o SindJori já respondeu à notificação da Superintendência Regional do MTE afirmando que não irá comparecer! Diante dessa nova intransigência, a pedido do Sindicato dos Jornalistas (SJSP), será mantida a reunião, para a qual também foi chamada a Federação Nacional das Empresas de Jornais e Revistas (Fenajore).Com data-base em 1º de junho, a última CCT do segmento foi assinada em setembro de 2021. Há 22 meses o Sindicato reivindica negociação de uma nova CCT ao SindJori, que se negou a negociar e até a estender a convenção anterior, submetendo a categoria a ficar sem piso salarial e sem a garantia de vários direitos.Perdas sucessivasNesse período, as perdas da categoria se acumularam em seus efeitos...

Jornalistas de IstoÉ e IstoÉ Dinheiro entram em estado de greve

Os jornalistas da Editora Três, que publica as revistas impressas IstoÉ, IstoÉ Dinheiro, Dinheiro Rural e Motor Show, decidiram em assembleia realizada na tarde da quinta-feira (22) paralisar a produção do conteúdo editorial a partir da segunda-feira (26). Eles só voltarão ao trabalho caso o pagamento integral dos salários atrasados (quinzenas de 20 de janeiro, 5 e 20 de fevereiro) sejam quitados. A mobilização reivindica também os depósitos do FGTS, interrompidos há mais de um ano, e a quitação do 13º de 2023. Além de descumprir uma regra básica na relação entre patrão e empregado – que é o pagamento pelo trabalho prestado –, a editora descumpre preceitos elementares da Recuperação Judicial, ou seja, não contrair novas dívidas, honrar pela manutenção dos empregos e da renda, pagamentos de tributos e obediência às leis trabalhistas. Para o presidente do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo (SJSP), Thiago Tanji, o descumprimento das obrigações pela Editora e o recorrente atraso salarial expõem os funcionários da empresa à situação de constrangimento e assédio moral coletivo. Os funcionários têm sido pressionados e coagidos por alguns diretores a não reagir a essa degradante situação. E mais: em alguns casos, os atrasos empurram os empregados...

Jornalistas do IG se mobilizam diante de salários atrasados e aprovam paralisação caso os pagamentos não sejam quitados pela empresa

Com uma redação de cerca de 50 profissionais, o site IG vem praticando uma série de irregularidades com seus e suas jornalistas. A começar pela ausência de vínculo empregatício: nos últimos anos, a redação foi completamente "pejotizada" e não há mais nenhum(a) jornalista que trabalhe em regime CLT, o que configura evidente fraude trabalhista (afinal, apesar da Reforma Trabalhista de 2017, a pejotização não está prevista na lei). Mas os próprios contratos de “PJ” estão sendo descumpridos: embora previsto neles, há anos não acontece o reajuste anual para corrigir a inflação. Para piorar, a redação enfrenta salários atrasados. Os problemas nos pagamentos já ocorriam nos últimos anos, de acordo com relatos de profissionais da empresa, mas nunca se chegara a uma situação como essa. Considerado um dos maiores portais da internet brasileira, o IG não honra com os salários de seus trabalhadores e trabalhadoras há dois meses! Diante dessa insustentável situação, nesta quarta-feira, 21 de fevereiro, os profissionais do IG realizaram assembleia convocada pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP). Durante a reunião, os/as jornalistas informaram ter recebido, nesse mesmo dia, os pagamentos dos salários atrasados de dezembro de 2023. Mas nada dos vencimentos de janeiro! Com isso,...
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