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Israel continua a atacar, mata dezenas de civis em Gaza e no Líbano e efetua prisões e demolições de casas na Cisjordânia

O Exército israelense afirmou na quarta-feira ter matado um palestino “que cruzou a linha amarela” no norte da Faixa de Gaza. Tiros e bombardeios israelenses feriram quatro palestinos no bairro de Zeitoun e no campo de refugiados de Jabalia, na Cidade de Gaza, nesta quarta-feira, 15 de abril, segundo informações da WAFA. Ataques posteriores em Zeitoun destruíram várias casas no bairro.Pelo menos 11 palestinos foram assassinados em ataques israelenses distintos na terça-feira, 14, incluindo pelo menos duas crianças, segundo a Al Jazeera. Quatro pessoas morreram, incluindo uma criança de três anos, em um ataque a um veículo policial na Cidade de Gaza. Mais tarde, a Defesa Civil informou que outro ataque israelense matou várias pessoas perto de um cruzamento no campo de refugiados de Shati, também na Cidade de Gaza. Outra pessoa foi morta por disparos israelenses em Beit Lahia.Ainda na terça-feira, forças israelenses mataram a tiros Adam Ahmed Khalaa, de 14 anos, perto do campo de refugiados de Jabalia, no norte da Faixa de Gaza. Na Cisjordânia, ataques israelenses a moradores e a jornalistasNa manhã de quarta-feira, as forças israelenses demoliram uma casa e várias estruturas residenciais em Silwan e Issawiya, em Jerusalém Oriental, e agrediram diversos moradores e...

Fim da escala 6×1: projeto de lei do governo federal prevê mudanças na jornada de trabalho de jornalistas

O governo federal, por meio do Ministério do Trabalho e Emprego, enviou na noite da última terça-feira (14 de abril) um projeto de lei, em regime de urgência, ao Congresso Nacional que prevê o fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem rebaixamento dos salários. O texto prevê mudanças na legislação para jornalistas, com alterações na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) em trechos que tratam dos direitos da categoria. O documento, que pode ser lido na íntegra aqui, prevê mudança no Artigo 307 da CLT, determinando que "cada cinco dias de trabalho efetivo corresponderá a dois descansos obrigatórios de vinte e quatro horas consecutivas cada, que deverão coincidir, preferencialmente, com o sábado e o domingo, ressalvadas, quanto à escolha dos dias, as peculiaridades de cada atividade ou negociação coletiva de trabalho". Esse Artigo 307 faz parte da Seção XI da CLT, que trata dos Jornalistas Profissionais. Atualmente, o texto determina que "a cada seis dias de trabalho efetivo corresponderá um dia de descanso obrigatório, que coincidirá com o domingo, salvo acordo escrito em contrário, no qual será expressamente estipulado o dia em que se deve verificar o descanso". Ou seja, há...

SJSP 89 Anos: Na luta, com a categoria

Fundado em 15 de abril de 1937, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP) nasceu da necessidade de organização da categoria diante de um cenário de exploração e precariedade. Profissionais eram obrigados a cumprir múltiplas jornadas, em diferentes empregos, para garantir uma subsistência mensal muitas vezes insuficiente. Diante disso, 52 colegas tomaram a decisão de construir um sindicato formado por jornalistas profissionais assalariados de empresas jornalísticas. Nosso primeiro estatuto deixava nítido que a melhoria das condições de trabalho seria missão primordial de nossa entidade. Desde então, a luta coletiva foi responsável por conquistas para a categoria, como a jornada especial de trabalho, a regulamentação profissional e a assinatura de Convenções Coletivas com pisos e direitos. Nos últimos anos, entretanto, nossa profissão vive uma realidade que, em muitos aspectos, remete à desregulamentação do passado. A precarização das relações de trabalho nas redações, com as demissões em massa, aumento da exploração, avanço da pejotização e rebaixamento da massa salarial afetam de maneira drástica nossas perspectivas profissionais e o próprio sentido do jornalismo como uma ferramenta essencial para a circulação de informações de interesse público. É por isso que, assim como há 89 anos, a organização coletiva é a resposta para a...

FENAJ prorroga pesquisa sobre atuação de jornalistas em entidades sindicais

No mês das e dos jornalistas, a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) decidiu prorrogar a pesquisa sobre atuação de jornalistas em entidades sindicais, aproveitando o aumento da circulação de informações sobre a profissão no período. O levantamento é elaborado pela diretoria executiva em conjunto com a Secretaria de Mobilização dos Jornalistas em Assessoria de Comunicação e ficará aberto para respostas até o final de abril. Além da remuneração, benefícios, plano de carreira, condições de trabalho, a FENAJ também busca saber qual o recorte etário, de gênero e étnico-racial dessa parcela da categoria. A pesquisa servirá ainda para levantar informações sobre assédios e outros tipos de problemas relacionados ao ambiente laboral. De acordo com a Renata Maffezoli, primeira-secretária da FENAJ, uma vez com um diagnóstico mais detalhado sobre a realidade dos jornalistas nessa área específica de atuação, a Federação poderá orientar os sindicatos a atuarem junto às entidades sindicais para buscar melhorar as condições de trabalho desta parcela da categoria. Acesse o formulário aqui.

Seis meses depois, sete maneiras pelas quais Israel destruiu o cessar-fogo em Gaza

Nos seis meses que se passaram desde que o governo israelense e o Hamas assinaram o chamado acordo de "cessar-fogo", Israel violou o acordo mais de 2.073 vezes, segundo autoridades palestinas. Pelo menos 738 palestinos foram assassinados, crianças continuam passando fome e a já grave crise humanitária só piorou. Gaza não está mais perto de ser reconstruída de forma significativa do que estava um dia antes do início do cessar-fogo. É evidente que o acordo de outubro de 2025 não representou um cessar-fogo. Em vez disso, suas promessas de segurança, “autodeterminação” e liberdade para os civis em Gaza foram uma cortina de fumaça – uma maneira de fazer o mundo desviar a atenção do genocídio israelense enquanto o país continua matando e destruindo em massa. As violações são inúmeras, mas aqui estão sete das maneiras mais flagrantes pelas quais Israel destruiu completamente o cessar-fogo: 1. Retomada imediata dos ataques a Gaza Quase imediatamente após a entrada em vigor do “cessar-fogo”, Israel começou a atacar a Faixa de Gaza, matando pelo menos 104 pessoas, incluindo 46 crianças e 20 mulheres, poucos dias depois do acordo ser firmado. Um dos ataques matou 11 membros da família Abu Shaaban, quando Israel atingiu o veículo em que estavam no bairro de Zeitoun, na Cidade de...

“Caminhada do Silêncio” reuniu familiares de vítimas da Ditadura Militar e de crimes posteriores cometidos pela Polícia Militar; SJSP participou da manifestação

Centenas de pessoas participaram da sexta edição da “Caminhada do Silêncio pelas Vítimas de Violência do Estado”, que foi realizada em São Paulo no dia 29 de março (um domingo), saindo do local que sediava o antigo DOI-CODI — centro de torturas mantido pelo Exército brasileiro, durante a Ditadura Militar (1964-1985), na rua Tutóia 921, na Vila Mariana, onde hoje funciona o 36o Distrito Policial — e rumando para o Monumento aos Mortos e Desaparecidos Políticos, no Parque Ibirapuera.No local de concentração, e no trajeto percorrido até o Ibirapuera, ex-presos políticos, familiares e amigos de militantes de esquerda assassinados(as) pela Ditadura Militar juntaram-se a familiares de vítimas de crimes de estado mais recentes, cometidos pela Polícia Militar (PM) ou por outras forças de segurança, bem como a ativistas de organizações da sociedade civil envolvidas na pauta de luta pelos direitos humanos e por memória, verdade e justiça.O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP), coerente com sua trajetória de oposição à Ditadura Militar — cujo episódio emblemático foi a denúncia do assassinato do jornalista Vladimir Herzog pelo Exército em outubro de 1975 — apoiou a realização da “Caminhada do Silêncio” e esteve representado na atividade por...

Participe do 18º curso “Descobrir São Paulo, Descobrir-se Repórter”, do Projeto Repórter do Futuro

Sábado (11), a partir das 14h, acontece a 1ª aula do módulo, cujo eixo central é a discussão sobre arte urbana, já que São Paulo abriga a maior galeria de arte a céu aberto do mundo! 📌 Ainda há vagas disponíveis! Para participar, é só chegar no sábado, dia 11, às 14h, na Praça Memorial Vladimir Herzog, nosso ponto de encontro, atrás da Câmara Municipal, ao lado do Terminal Bandeira. Em seguida, os estudantes serão conduzidos até a sala Oscar Pedroso Horta, da Câmara Municipal, para a sessão de abertura. Esta 18ª edição é uma realização da OBORÉ e Escola do Parlamento da Câmara Municipal de São Paulo e conta com o apoio institucional do CÉU, do IPFD e da Abraji. Saiba mais

FENAJ e Abrinjor fortalecem diálogo sobre formação e inserção de jornalistas indígenas

Representantes da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e de Sindicatos filiados participaram de um encontro com integrantes da Articulação Brasileira de Indígenas Jornalistas (Abrinjor), no Acampamento Terra Livre 2026, como parte da programação do 5º Ocupa Brasília, iniciativa da Federação, que reúne jornalistas de todo o país, para debater pautas estratégicas da categoria na capital federal. A atividade marcou um momento de aproximação entre as entidades e teve como foco o fortalecimento do jornalismo indígena, a valorização da formação profissional e os desafios de acesso ao mercado de trabalho. Participaram da conversa os representantes da Abrinjor Luan Tremembé, Ikaruni Nawa e Ayla Tapajós. A Abrinjor é uma rede que reúne cerca de 70 indígenas, entre jornalistas formados e estudantes, vinculados ao movimento dos povos originários. Criada com o objetivo de acolher e fortalecer comunicadores indígenas, a articulação também atua no apoio à inserção profissional dos seus integrantes. Durante o encontro, os representantes destacaram a importância do diploma de jornalismo como ferramenta fundamental para ampliar oportunidades. Segundo relataram, o acesso ao mercado de trabalho já é desafiador para indígenas e se torna ainda mais difícil sem a formação acadêmica na área. Outro destaque apresentado foi a construção de um manual de jornalismo indígena, produzido...
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