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Grupo EP mantém demissão do diretor do SJSP Walter Strozzi; Sindicato e Fenaj iniciam campanha contra esse ataque à categoria

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP) e a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) não se calarão diante de mais um ataque brutal à categoria, desfechado pelo Grupo EP ao decidir, mesmo depois de negociação com o SJSP, manter a decisão de demitir o repórter Walter Strozzi, diretor da Regional Ribeirão Preto do SJSP. Walter e outros(as) colegas do ACidade ON de Araraquara e São Carlos, cujas praças foram extintas repentinamente, bem como de outras empresas do Grupo EP — CBN Ribeirão Preto, EPTV Central (São Carlos), CBN Campinas e EP FM Araraquara — foram demitidos(as) em janeiro último. Na ocasião, a demissão em massa foi imediatamente repudiada pelo SJSP e pela Fenaj, lembrando que, como agravantes, ela incluiu colegas de rádio e TV em plena campanha salarial deste segmento, além de um dirigente sindical com estabilidade prevista em lei. Após reunir-se com o grupo de colegas desligados(as), o Sindicato abriu negociação com o Grupo EP e fez vários esforços para reverter as demissões ou, caso não fosse possível, que fossem concedidos benefícios compensatórios. Em três reuniões sucessivas com representantes do grupo, o SJSP propôs alternativas de remanejamento de Walter para outros locais de trabalho, em cidades como...

Nesta quinta, 12 de março, evento no SJSP promove conversa online com jovens que se recusam a prestar serviço militar em Israel

“Jovens israelenses recusam servir ao Exército e explicam por quê”. Este é o evento que será realizado no Auditório Vladimir Herzog do SJSP nesta próxima quinta-feira, 12 de março, das 15h às 17h, com a participação online de Yuval Peleg, de 18 anos, e Yona Roseman, de 19 anos, ativistas do coletivo Messarvot, que reúne jovens refuseniks, que se recusam a prestar o serviço militar em Israel.O Messarvot opõe-se ao genocídio em Gaza, aos crimes de guerra praticados pelo Exército de Israel e à ocupação ilegal dos Territórios Palestinos Ocupados (Cisjordânia e Jerusalém). Ao todo, 17 jovens israelenses foram presos desde o início da guerra (após 7 de outubro de 2023) por se recusarem publicamente a prestar o serviço militar obrigatório.Também participará da atividade desta quinta-feira no SJSP, porém de forma presencial, Nathaniel Braia, jornalista e vice-presidente do Sindicato dos Escritores do Estado de São Paulo (Sindeesp). Judeu, Braia viveu em Israel dos 18 aos 25 anos de idade. Na década de 1970, ele foi um dos primeiros israelenses a ser detido por se negar a servir ao Exército de Israel.Além de Messarvot, SJSP, Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Sindicato dos Escritores e CUT, o evento tem o apoio...

Jornalista palestina Amal Shamali é assassinada por Israel em pleno Dia Internacional da Mulher

A jornalista palestina Amal Shamali, de 46 anos, correspondente da Rádio Qatar, foi morta por um ataque de Israel a tendas de refugiados na cidade de Al Zawayda, no centro de Gaza, neste último domingo, 8 de março, Dia Internacional da Mulher. Ela foi uma das seis pessoas assassinadas em Gaza nessa mesma data“O Sindicato dos Jornalistas Palestinos lamenta, em nome do povo palestino e da comunidade jornalística na Palestina e em todo o mundo, o falecimento do jornalista Amal Hammad Al-Shamali, martirizada em consequência do bombardeio das forças de ocupação israelenses às tendas de pessoas deslocadas na cidade de Al-Zawaida, no centro da Faixa de Gaza, em mais um crime que se soma à série de crimes e violações contínuos contra jornalistas e trabalhadores da mídia palestinos”.Amal havia trabalhado com diversos veículos de comunicação árabes e locais e estava entre os jornalistas que continuaram a exercer sua missão jornalística apesar do ataque e da guerra em curso na Faixa de Gaza.“Este período representa um dos mais sangrentos para jornalistas na história moderna, refletindo a escala da perseguição deliberada ao jornalismo palestino, numa tentativa de silenciar a voz da verdade e impedir a documentação dos crimes e violações...

Mulheres jornalistas em luta: contra o silenciamento, pela vida e pela democracia

Neste 8 de Março – Dia Internacional de Luta das Mulheres, a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e sua Comissão Nacional de Mulheres Jornalistas reafirmam seu compromisso com a defesa da vida, da democracia e dos direitos das mulheres, com especial atenção à realidade vivida pelas jornalistas no Brasil. A violência contra as mulheres é um problema estrutural e persistente no país. Em 2025, foram registrados 1.470 feminicídios, o que significa mais de quatro mulheres assassinadas por dia. Em 2025, o Brasil contabilizou mais de 83 mil casos de estupro – um caso a cada seis minutos. Esses números evidenciam uma realidade marcada pela desigualdade, pela impunidade e pela naturalização da violência de gênero. Essa violência atravessa toda a sociedade e atinge de forma ainda mais intensa as mulheres que ocupam o espaço público — entre elas, as jornalistas. Ao exercerem seu trabalho, especialmente na cobertura de política, direitos humanos, conflitos e direitos das mulheres, essas profissionais se tornam alvos preferenciais de ataques, tentativas de intimidação e silenciamento. A pesquisa “Situação das Trabalhadoras da Imprensa na América Latina e no Caribe – 2023” revela que 65% das jornalistas brasileiras já sofreram violência de gênero; 47% foram alvo de ataques online; 48% relatam desigualdade salarial; 62% acumulam mais de um emprego; e apenas 22% contam com protocolos institucionais de proteção. A violência digital,...

PCR traz conquistas reais, mas trabalhador deve analisar adesão com cuidado

O novo Plano de Carreiras enfim foi finalizado pela EBC. Os sindicatos só tiveram acesso ao texto final nessa semana, junto com os trabalhadores. Fruto de muita mobilização das categorias e articulação dos sindicatos, o PCR, que agora virou PCS, apresenta uma nova tabela salarial, melhor que a atual, com redução dos níveis para se chegar ao topo de carreira. A proposta de salários foi a aprovada em assembleia pelos trabalhadores, após longa negociação, no fim do ano passado. O reenquadramento garante reconhecimento da trajetória, apesar de não ser a proposta defendida pelos trabalhadores, que buscavam um reenquadramento rigorosamente proporcional ao tempo de serviço. O problema deste PCS persiste nos descritivos dos cargos. A redação final foi definida pela EBC, apesar de diversas sugestões e ponderações apresentadas pelos sindicatos, especialmente no que diz respeito às legislações das categorias. Lembramos que, diferentemente do ACT, a redação de um PCR não necessita de anuência dos sindicatos. A empresa insistiu no processo de extinção de dezenas de cargos, algo que os sindicatos sempre repudiaram. Uma proposta de se dar 2 ou 3 progressões (níveis) para os trabalhadores desses cargos extintos, como ocorrerá para os demais, foi defendida arduamente na mesa de negociação, mas ignorada pela empresa....

Convenção Coletiva de Trabalho de jornalistas em Rádio e Televisão é assinada

Após quatro meses de mobilização, a Convenção Coletiva de Trabalho 2025/2026 foi assinada pelo Sindicato dos Jornalistas e pelas empresas de rádio e televisão do estado de São Paulo. As e os jornalistas aprovaram a assinatura em assembleia realizada no dia 26 de fevereiro, encerrando a Campanha Salarial iniciada no final de agosto, com a assembleia que definiu a pauta de reivindicação. Entre os principais pontos da Convenção assinada, com vigência de 1º de novembro de 2025 a 31 de outubro de 2026, estão: Reposição integral da inflação (4,49%) nos salários; Ganho real nos pisos do interior e do litoral, reduzindo a defasagem em relação à capital; Novos pisos salariais (jornada de cinco horas): R$ 3.670,96 na capital; R$ 2.407,00 em municípios com mais de 80 mil habitantes; e R$ 2.372,00 em cidades com menos de 80 mil habitantes; Reajuste do vale-refeição acima da inflação; Abono extraordinário de 17,96% sobre o salário de outubro de 2025 para empresas que não anteciparam o reajuste durante a negociação; Folga adicional a cada sete dias trabalhados, medida que busca impedir jornadas excessivas em razão de plantões, com prazo de até 180 dias para implementação; Inclusão de cláusula específica de combate ao assédio moral e sexual, prevendo medidas de prevenção, divulgação...

8 DE MARÇO CONTRA O FEMINICÍDIO E A VIOLÊNCIA POLÍTICA E DIGITAL CONTRA MULHERES JORNALISTAS

O 8 de Março, Dia Internacional de Luta das Mulheres, volta a ocupar as ruas e os espaços de debate público em um cenário marcado por retrocessos e disputas profundas em torno dos direitos das mulheres. Mais do que uma data simbólica, trata-se de um marco histórico de resistência, que reafirma a necessidade de enfrentar a escalada dos feminicídios, a violência política de gênero e o avanço de forças de extrema direita, no Brasil e no mundo, que têm entre seus alvos a autonomia feminina. Enquanto você lê este texto, uma mulher brasileira é vítima de alguma brutal violência de gênero - agressão, estupro ou feminicídio. Dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública revelam que o número de feminicídios bateu recorde em 2025: foram 1.470 casos de janeiro a dezembro — mais de quatro mulheres assassinadas por dia em razão de seu gênero. O total superou o já grave número de 2024, quando foram registrados 1.464 casos. A situação é igualmente dramática quando se observa a violência sexual. Em 2024, foram registrados mais de 83 mil casos de estupro no país, segundo dados informados pelos estados e pelo Distrito Federal ao Ministério da Justiça. Isso representa uma média de 227...

Revelados depoimentos judiciais de generais de Israel sobre massacres da Nakba — “nossos soldados aniquilaram habitantes”; “mulheres, crianças, todos eram mortos”; (a ordem era)...

Há cerca de dois anos, no final de março de 2024, Ronit Zilberman, uma zoóloga, caminhava perto de sua casa no bairro de Ramat Hahayal, em Tel Aviv, quando notou caixas com o que percebeu serem milhares de documentos que alguém havia deixado ao lado de uma lixeira.Curiosa, Zilberman começou a examinar o material. O que ela descobriu foi um número extraordinário de documentos relacionados à Guerra da Independência , incluindo alguns classificados como confidenciais, outros descrevendo operações militares no então jovem Estado de Israel e em países vizinhos, além de mapas e fotografias históricas que, como se constatou, nunca haviam sido divulgados (incluindo imagens que aparecem nesta reportagem investigativa). Documentação desse tipo e dessa escala precisa ser devidamente pesquisada e arquivada, pensou Zilberman. Embora as caixas fossem bastante pesadas, ela as carregou para casa. Seu próximo passo foi entrar em contato com o Instituto Akevot para Pesquisa do Conflito Israelo-Palestino, onde sou pesquisador. A coleção acabou por pertencer a Rafi Kotzer, um dos primeiros combatentes da brigada de infantaria Golani e fundador da unidade de comandos do 12º Batalhão, que mais tarde se tornou a Sayeret Golani, a força de reconhecimento de elite da brigada. Kotzer comandou diversas batalhas em 1948 e,...
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