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No próximo domingo 15/3 às 11h, Avenida Paulista terá ato público de repúdio às agressões militares cometidas por EUA e Israel contra Irã, Líbano...

No próximo domingo, dia 15 de março, movimentos sociais, entidades sindicais e outros coletivos sairão às ruas da capital paulista para realizar um ato público de repúdio às agressões imperialistas em curso no Oriente Médio, e que foram agravadas pelo brutal ataque ao Irã, desfechado por EUA e Israel no dia 28 de fevereiro.Além disso, Israel continua desrespeitando o cessar-fogo supostamente em vigor na Faixa de Gaza, assassinando civis palestinos(as) diariamente; acelerou a expansão colonial na Cisjordânia e em Jerusalém; e voltou a atacar a capital libanesa, Beirute, e o vale de Bekaa, no sul do Líbano, matando mais de 500 civis libaneses(as).No Brasil e no exterior, a maior parte da grande mídia segue “normalizando” e justificando os crimes de guerra cometidos por EUA e Israel, ao mesmo tempo que desumaniza suas vítimas. O ato deste domingo será na Avenida Paulista, na altura do número 1.374, nas imediações da CNN, uma das emissoras que vêm descumprindo os princípios do jornalismo.A ofensiva imperialista-sionista, ilegal e ilegítima no Irã já assassinou cerca de 1.500 pessoas, entre elas as 168 crianças que morreram após uma escola primária ser alvo de um míssil lançado pelos EUA. Enquanto isso Israel, com apoio de Donald...

Após assembleia, trabalhadores do SBT demitidos em 2024 aprovam acordo judicial sobre demissão em massa

Trabalhadores e trabalhadoras demitidos do Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) no final de 2024 aprovaram, em assembleia realizada na última segunda-feira (9 de março), um acordo judicial para encerrar a ação movida pelos sindicatos sobre as demissões ocorridas na emissora. Pelo acordo, os jornalistas receberão uma indenização de R$ 9.606,44. A ação judicial tratou das 178 demissões ocorridas no SBT no período de 1º de setembro a 15 de novembro de 2024, conforme documentos apresentados no processo, que tramita na 1ª Vara do Trabalho de Osasco. Entre esses trabalhadores, 19 são jornalistas. O processo foi movido pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP) em conjunto com o Sindicato dos Radialistas de São Paulo, após uma série de desligamentos registrados na emissora. Desde setembro de 2024, o SJSP acompanha o caso e presta assistência aos profissionais. As primeiras denúncias chegaram ao Sindicato em 16 de setembro de 2024, quando trabalhadores informaram o início das demissões de jornalistas e radialistas. Na ocasião, os sindicatos enviaram ofício à direção da empresa exigindo esclarecimentos sobre os cortes e convocaram assembleia com os trabalhadores para discutir a situação. Diante da continuidade das demissões e da falta de informações claras por parte da empresa, as...

Sindicato dos Jornalistas enaltece prêmio concedido a Cecílio Elias Neto

A Regional de Piracicaba do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP) saúda a homenagem ao jornalista Cecílio Elias Netto, que receberá o Prêmio Inezita Barroso, nesta sexta-feira (13), às 10h, na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). A honraria, que leva o nome da cantora e pesquisadora Inezita Barroso, tem como propósito reconhecer personalidades que se destacam na valorização e na difusão da cultura caipira, patrimônio cultural ligado à história e à identidade do interior paulista. A proposta de concessão do prêmio ao jornalista é da deputada estadual Professora Bebel (PT), um justo reconhecimento a uma trajetória marcada pela dedicação à cultura, à memória e ao jornalismo. Considerado o decano da imprensa piracicabana e filiado ao SJSP desde 1976, Cecílio construiu uma obra relevante também na literatura, com romances que ajudam a contar e a preservar aspectos da vida, dos costumes e das histórias de Piracicaba e de sua gente. Aos 85 anos, segue em plena atividade intelectual, assinando sua coluna de crônicas com a mesma lucidez, sensibilidade e rigor com os fatos que sempre caracterizaram sua atuação profissional. Seu estilo refinado, sua escrita elegante e sua postura ética fazem de Cecílio uma referência para gerações de...

“A grande mídia está fazendo o que sempre faz em tempos de guerra — fabricando consenso, minimizando atrocidades e dando voz a criminosos de...

Neste momento, os Estados Unidos e Israel continuam seus bombardeios ao Irã. Enquanto o número de mortos confirmados ultrapassa 1.330 e hospitais, escolas e bairros residenciais são atingidos diariamente, o aparato midiático que vendeu a guerra do Iraque e negou o ataque genocida de Israel contra os palestinos nos últimos dois anos agora está seguindo a mesma estratégia. A revista The Atlantic está aprimorando a reputação de Netanyahu como um líder “avesso a conflitos”, enquanto ele afirma ao mundo que esta guerra lhe permite realizar o que “almeja” há 40 anos. Bari Weiss está publicando emojis de fogo em vídeos pró-guerra, sugerindo falsamente que o Irã possui armas nucleares e dedicando recursos jornalísticos a rastrear as curtidas no Instagram da esposa do prefeito Zohran Mamdani. A CNN está dando espaço irrestrito a autoridades israelenses indiciadas pelo Tribunal Penal Internacional, que afirmam que soldados americanos têm a “obrigação” de morrer por Israel. E isso antes mesmo de a emissora ser adquirida pela Paramount, a operação de Weiss dirigida pelo sobrinho de Larry Ellison, o maior doador individual da organização Amigos das Forças de Defesa de Israel. A BBC, por sua vez, destaca nove mortos em Israel, enquanto relega a uma nota de rodapé...

Grupo EP mantém demissão do diretor do SJSP Walter Strozzi; Sindicato e Fenaj iniciam campanha contra esse ataque à categoria

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP) e a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) não se calarão diante de mais um ataque brutal à categoria, desfechado pelo Grupo EP ao decidir, mesmo depois de negociação com o SJSP, manter a decisão de demitir o repórter Walter Strozzi, diretor da Regional Ribeirão Preto do SJSP. Walter e outros(as) colegas do ACidade ON de Araraquara e São Carlos, cujas praças foram extintas repentinamente, bem como de outras empresas do Grupo EP — CBN Ribeirão Preto, EPTV Central (São Carlos), CBN Campinas e EP FM Araraquara — foram demitidos(as) em janeiro último. Na ocasião, a demissão em massa foi imediatamente repudiada pelo SJSP e pela Fenaj, lembrando que, como agravantes, ela incluiu colegas de rádio e TV em plena campanha salarial deste segmento, além de um dirigente sindical com estabilidade prevista em lei. Após reunir-se com o grupo de colegas desligados(as), o Sindicato abriu negociação com o Grupo EP e fez vários esforços para reverter as demissões ou, caso não fosse possível, que fossem concedidos benefícios compensatórios. Em três reuniões sucessivas com representantes do grupo, o SJSP propôs alternativas de remanejamento de Walter para outros locais de trabalho, em cidades como...

Nesta quinta, 12 de março, evento no SJSP promove conversa online com jovens que se recusam a prestar serviço militar em Israel

“Jovens israelenses recusam servir ao Exército e explicam por quê”. Este é o evento que será realizado no Auditório Vladimir Herzog do SJSP nesta próxima quinta-feira, 12 de março, das 15h às 17h, com a participação online de Yuval Peleg, de 18 anos, e Yona Roseman, de 19 anos, ativistas do coletivo Messarvot, que reúne jovens refuseniks, que se recusam a prestar o serviço militar em Israel.O Messarvot opõe-se ao genocídio em Gaza, aos crimes de guerra praticados pelo Exército de Israel e à ocupação ilegal dos Territórios Palestinos Ocupados (Cisjordânia e Jerusalém). Ao todo, 17 jovens israelenses foram presos desde o início da guerra (após 7 de outubro de 2023) por se recusarem publicamente a prestar o serviço militar obrigatório.Também participará da atividade desta quinta-feira no SJSP, porém de forma presencial, Nathaniel Braia, jornalista e vice-presidente do Sindicato dos Escritores do Estado de São Paulo (Sindeesp). Judeu, Braia viveu em Israel dos 18 aos 25 anos de idade. Na década de 1970, ele foi um dos primeiros israelenses a ser detido por se negar a servir ao Exército de Israel.Além de Messarvot, SJSP, Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Sindicato dos Escritores e CUT, o evento tem o apoio...

Jornalista palestina Amal Shamali é assassinada por Israel em pleno Dia Internacional da Mulher

A jornalista palestina Amal Shamali, de 46 anos, correspondente da Rádio Qatar, foi morta por um ataque de Israel a tendas de refugiados na cidade de Al Zawayda, no centro de Gaza, neste último domingo, 8 de março, Dia Internacional da Mulher. Ela foi uma das seis pessoas assassinadas em Gaza nessa mesma data“O Sindicato dos Jornalistas Palestinos lamenta, em nome do povo palestino e da comunidade jornalística na Palestina e em todo o mundo, o falecimento do jornalista Amal Hammad Al-Shamali, martirizada em consequência do bombardeio das forças de ocupação israelenses às tendas de pessoas deslocadas na cidade de Al-Zawaida, no centro da Faixa de Gaza, em mais um crime que se soma à série de crimes e violações contínuos contra jornalistas e trabalhadores da mídia palestinos”.Amal havia trabalhado com diversos veículos de comunicação árabes e locais e estava entre os jornalistas que continuaram a exercer sua missão jornalística apesar do ataque e da guerra em curso na Faixa de Gaza.“Este período representa um dos mais sangrentos para jornalistas na história moderna, refletindo a escala da perseguição deliberada ao jornalismo palestino, numa tentativa de silenciar a voz da verdade e impedir a documentação dos crimes e violações...

Mulheres jornalistas em luta: contra o silenciamento, pela vida e pela democracia

Neste 8 de Março – Dia Internacional de Luta das Mulheres, a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e sua Comissão Nacional de Mulheres Jornalistas reafirmam seu compromisso com a defesa da vida, da democracia e dos direitos das mulheres, com especial atenção à realidade vivida pelas jornalistas no Brasil. A violência contra as mulheres é um problema estrutural e persistente no país. Em 2025, foram registrados 1.470 feminicídios, o que significa mais de quatro mulheres assassinadas por dia. Em 2025, o Brasil contabilizou mais de 83 mil casos de estupro – um caso a cada seis minutos. Esses números evidenciam uma realidade marcada pela desigualdade, pela impunidade e pela naturalização da violência de gênero. Essa violência atravessa toda a sociedade e atinge de forma ainda mais intensa as mulheres que ocupam o espaço público — entre elas, as jornalistas. Ao exercerem seu trabalho, especialmente na cobertura de política, direitos humanos, conflitos e direitos das mulheres, essas profissionais se tornam alvos preferenciais de ataques, tentativas de intimidação e silenciamento. A pesquisa “Situação das Trabalhadoras da Imprensa na América Latina e no Caribe – 2023” revela que 65% das jornalistas brasileiras já sofreram violência de gênero; 47% foram alvo de ataques online; 48% relatam desigualdade salarial; 62% acumulam mais de um emprego; e apenas 22% contam com protocolos institucionais de proteção. A violência digital,...
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