Fernando Morais integra a campanha #AbrilRespeiteoSindicato

Por Redação - Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo

O jornalista e escritor Fernando Morais, que foi diretor e vice-presidente do Sindicato, integra a campanha #AbrilRespeiteoSindicato, que aborda a importância da liberação sindical do presidente do SJSP, Paulo Zocchi, sem prejuízo dos vencimentos, para o exercício do mandato e o desempenho pleno das atividades ligadas à Presidência da entidade.

Morais destacou que "em nenhum momento a Abril cometeu uma barbaridade como essa que está pretendendo cometer agora, que é impedir o presidente do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, Paulo Zocchi, de exercer a sua função como dirigente sindical, exigindo que ele dê expediente na empresa. Isso é inadmissível e a categoria não pode aceitar isso."

O depoimento do jornalista integra as ações da campanha #AbrilRespeiteoSindicato, que reivindica a manutenção da liberação do jornalista Paulo Zocchi para o exercício do mandato sindical, sem prejuízo de vencimentos e direitos, até o fim do atual mandato em agosto de 2021. A editora Abril convocou o presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP), Paulo Zocchi, a voltar ao trabalho na empresa a partir do último dia 30 de outubro, encerrando cinco anos de liberação sindical sem prejuízo dos vencimentos, que iniciou em 2015.

Ao convocar Paulo Zocchi de volta ao trabalho, a Editora Abril ataca o exercício do mandato sindical, uma vez que o cumprimento da jornada normal de trabalho impede o desempenho das atividades sindicais no SJSP.

O Sindicato dos Jornalistas é uma entidade de âmbito estadual, que representa uma categoria distribuída em dezenas de empresas. O exercício do mandato de presidente exige uma extensa atuação diária, em reuniões com os jornalistas, negociações com empresas, audiências judiciais ou com o Ministério Público, além de reuniões com outras entidades sindicais ou sociais em defesa dos interesses da categoria.

A própria Abril, aliás, reconhecia isso no acordo de liberação sindical, assinado pelas partes em 2015, no qual está escrito: “Considerando-se a solicitação da entidade sindical para a liberação do empregado para o exercício de suas atividades sindicais em período integral, vez que seriam incompatíveis com a manutenção de suas atividades profissionais na empresa”.

Assista, abaixo, o depoimento de Fernando Morais.