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Qua, 13 de Setembro de 2017 13:05    PDF Imprimir E-mail
Nota pública: FENAJ repudia violência e assédio contra mulheres jornalistas

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A Federação Nacional de Jornalistas – FENAJ, por meio de sua Comissão Nacional de Mulheres, vem a público manifestar repúdio ao jornalista Guilherme Goulart e ao jornal Correio Braziliense pela coluna “A Estagiária”, da Crônica da Cidade, publicada ontem, 11 de setembro. Trata-se de manifestação misógina e reveladora de como as diferentes formas de violência contra as mulheres jornalistas e estudantes de Jornalismo ocorrem no exercício de suas atividades profissionais, as quais vilipendiam os direitos das mulheres como trabalhadoras e cidadãs.

As mulheres são maioria no Jornalismo (64% da categoria). É inaceitável que ambientes de trabalho se organizem por desigualdades e discriminações com base em gênero, em que as relações de poder são estabelecidas para tolher e penalizar as mulheres no mundo do trabalho.

É inadmissível o modo com que Gourlart naturaliza a sexualização de uma estudante de Jornalismo, evocando o machismo que ataca as mulheres de modo cruel e extremamente agressivo. Os assédios moral e sexual são inadmissíveis na conduta de qualquer jornalista, em qualquer ambiente profissional e no conteúdo de qualquer gênero e ou produção jornalística, uma vez que violam os direitos humanos das mulheres, entre eles, o de viver sem violência.

Os conteúdos de comunicação devem primar pela informação e não pela banalização da situação dramática em que vivem milhares de mulheres brasileiras, vítimas de violências no ambiente de trabalho, nos espaços públicos e dentro de seus lares. O artigo 14º do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros é categórico na repressão de condutas de jornalistas que se caracterizem pela ameaça, intimidação e prática de assédio moral e/ou sexual, devendo ser denunciados para as comissões de Ética dos sindicatos e, em última instância, desta Federação.

O jornalista utilizou o mesmo espaço editorial para reconhecer seu erro e pedir desculpas na edição de hoje, 12, do Correio Braziliense. Mas eventuais retratações ou pedidos de desculpas públicos – muitos deles empreendidos para silenciar as mulheres –, não podem escamotear o urgente debate a ser travado pela categoria sobre as violações de direitos sistemáticas dirigidas a mulheres jornalistas, o que invalida a condição de igualdade no exercício da profissão e a necessária transformação nas relações de trabalho entre homens e mulheres.

Por colegas de trabalho, chefias e fontes, as mulheres jornalistas têm convivido – na maioria das vezes, silenciosamente e com rara solidariedade – com o machismo, a despeito de denúncias que pouco têm resultado em mudança de comportamento de profissionais e veículos de comunicação.

A FENAJ, por meio de sua Comissão Nacional de Mulheres Jornalistas, solidariza-se com todas as estudantes de Jornalismo e mulheres jornalistas que tenham vivido ou ainda sejam alvo de práticas machistas em redações jornalísticas, agências e assessorias de comunicação, reiterando o seu posicionamento contrário ao machismo, ao racismo, à lesbofobia e a outras formas de discriminação das mulheres. Ressalta o compromisso com a equidade de gênero, raça e etnia e o empoderamento das mulheres, compromisso que é resguardado nos congressos de jornalistas e documentos normativos, para assegurar os direitos humanos das mulheres.

Brasília, 12 de setembro de 2017.

Comissão Nacional de Mulheres.

Diretoria da FENAJ.

 

Expediente

Portal Oficial do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo

 

Presidente

Paulo Zocchi

Secretária de Comunicação 

Lílian Parise

 

As matérias assinadas não representam necessariamente a opinião da diretoria.


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